A “evolução” da música no Brasil

abril 12, 2011 § 4 Comentários

Triste realidade

Uma análise da evolução da relação de conquista e do amor do homem para a mulher,
através das músicas que marcaram época.
Não é saudosismo, mas vejam como os quarentões, cinquentões tratavam seus amores.
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Slayer tocando Born To Be Wild

agosto 8, 2009 § Deixe um comentário

É… eu sei que isto já ta meio velho… Mas é bão demais!

Heavy Metal Rulez!

Cannibal Corpse

agosto 8, 2009 § Deixe um comentário

Estilo: Death Metal

Aparição: 1988 – Búffalo (Estado de Nova Iorque – EUA).

Aborda em suas letras: Temas Macabros e Sanguinários.

Participação Especial: Ace entura – Detetive de Animais.

História:

A banda Cannibal Corpse surgiu em 1988, em Buffalo (no estado de Nova Iorque), Estados Unidos. A banda surgiu com o fim de duas bandas chamadas Tirant Sin e Beyond Death. A primeira formação tinha o vocalista e principal letrista Chris Barnes, o baixista Alex Webster, o baterista Paul Mazurkiewicz, e os guitarristas Bob Rusay e Jack Owen.

Logo no início da carreira, em 1989, a demo Cannibal Corpse rendeu ao grupo um contrato com a gravadora Metal Blade. O primeiro álbum, Eaten Back to Life, chegou às lojas em 1990. A legião de fãs começou a aparecer depois dos álbuns Butchered at Birth, de 1991, e do clássico Tomb of the Mutilated, de 1992 produzido por Scott Burns. Após esse lançamento ocorre a primeira baixa na banda com a saida de Bob Rusay, para seu lugar venho, Rob Barret que ja havia em tocado em bandas como Dark Deception, Solstice e Malevolent Creation.

O grupo ficou ainda mais conhecido depois de aparecerem no filme Ace Ventura: Pet Detective. Numa cena, eles tocam a música Hammer Smashed Face, do Tomb of The Mutilated. Depois dessa ponta em Hollywood, o Cannibal Corpse surge como a primeira banda de death metal no Top 200 da Billboard. O grupo foi convidado para gravar a cena pedido do próprio ator Jim Carrey, que é grande fã de Heavy Metal. Isso ocorreu de forma inusitada e inesperada, pois Jim tinha em mente chamar o Pantera para participar do filme, mas como a banda estava no áuge da carreira na época, o cachê cobrado seria muito caro, então ele optou pelo Cannibal Corpse, que fez sua participação por 500 dólares. Outra curiosidade é que os integrantes da banda Malevolent Creation estão na platéia como figurantes.

No ano de 1993 eles gravam um EP chamado Hammer Smashed Face, que trazia em cover do Black Sabbath, da musica “zero the hero”, e tambem trazia um cover do Possessed.

Em 1994 o grupo grava o álbum The Bleeding e em 1995 gravam a demo-tape Created To Kill, o último registro com o vocalista Chris Barnes, que saiu para montar outra banda, o Six Feet Under. Ele estavam o próximo álbum, Vile, que deveria ser chamado Created To Kill

Em 1996 é gravado o álbum Vile, que marca a entrada do vocalista George Fisher na banda, também conhecido por Corpsegrinder, vindo da banda Monstrosity, a banda nem havia cogitado a hipótese de chamar outra pessoa. Desse álbum surge o videoclipe Devoured By Vermin, que demonstra toda a brutalidade da nova formação. A partir daí o Cannibal Corpse passa a tocar mais rápido ainda. Nessa turnê a banda toca pela primeira vez na Austrália.

Em 1997 lançam o vídeo VHS Monolith Of Death, que mostra shows no Canadá, Polônia e Estados Unidos. Alguns desses shows ainda são com o guitarrista Rob Barret, mas outros já são com seu substituto, Pat O’Brien. A qualidade de imagens não é boa, mas os fãs receberam de forma positiva o lançamento mesmo assim.

Em 1998 lançam Gallery of Suicide, que marca a entrada de Pat O’Brien, ex-guitarrista do Nevermore, no lugar de Rob Barret.

Em 1999 gravam Bloodthirst e em 2000 lançam o CD e DVD Live Cannibalism.

Em 2002 lançam Gore Obssessed, álbum que mostra a evolução constante da banda após a entrada do novo vocalista. E o EP Worm Infested de seis musicas

Em 2003 sai o Box 15 Year Killing Spree (com quatro discos e repletos de raridades)

Em 2004 lançam Wretched Spawn, que chamou atenção da crítica especializada pela velocidade e técnica mais apurada ainda que o habitual.

Em 2005 o guitarrista Jack Owen abandona a banda, sendo substituído temporariamente pelo guitarrista do Origin, Jeremy Turner . E então, em 2006, retorna à banda o guitarrista Rob Barret, para gravar o aclamado álbum Kill.

Em 2009 a banda lança o álbum Evisceration Plague.

Integrantes

  • George “Corpsegrinder” Fisher – vocal
  • Pat O’Brien – guitarra
  • Rob Barrett – guitarra
  • Alex Webster – baixo
  • Paul Mazurkiewicz – bateria

Discografia

Estúdio

  • Eaten Back to Life – (1990)
  • Butchered at Birth – (1991)
  • Tomb of the Mutilated – (1992)
  • The Bleeding – (1994)
  • Vile – (1996)
  • Gallery of Suicide – (1998)
  • Bloodthirst – (1999)
  • Gore Obsessed – (2002)
  • The Wretched Spawn – (2004)
  • Kill – (2006)
  • Evisceration Plague – (2009)

Demo

  • Cannibal Corpse – (Demo, 1989)

EP,s

  • Hammer Smashed Face (EP, 1993)
  • Worm Infested – (EP, 2002)

Ao vivo/Outros

  • Monolith of Death Tour 1996-1997 – (VHS, 1997)
  • Live Cannibalism – (ao vivo, 2000)
  • Live Cannibalism – (VHS/DVD, 2000)
  • 15 Year Killing Spree – (coletânea, 2003)
  • Live at Waldrock – (ao vivo, 2004)
  • Centuries of Torment: The First 20 Years – (DVD, 2008)

Deixo com vocês um clipe da banda:

A cena que a banda está no Ace Ventura:

Angel Dust

agosto 2, 2009 § Deixe um comentário

A banda de thrash metal alemã Angel Dust surgiu na época em que o estilo estava no seu auge. O grupo foi considerado uma promessa na época em que Metallica, Testament e Anthrax dominavam a cena.

Em 1985 o primeiro trabalho do Angel Dust chegou às lojas, o então LP “Into the Dark Past”. Apesar de algumas divergências internas em 1987 saiu o segundo trabalho, “From Dust You Will Decay”. Apesar da boa aceitação de público e crítica, a banda encerrou suas atividades em 1989 em conseqüência de problemas internos. O thrash metal perdia uma de suas grandes promessas.

Depois de oito anos fora do ar, em 1997 o Angel Dust voltava à ativa. Apenas dois integrantes da antiga formação estavam presentes: o baixista Frank Banx e o baterista Dirk Assmuth. Para completar a banda foram recrutados Dirk Turisch (vocal), Bernd Aufferman (guitarra) e Stephen Banx (teclado), responsáveis entre outros fatores pela modernização do som do Angel Dust. Aquela banda oitentista de thrash estava completamente morta, e no seu lugar via-se um outro Angel Dust, com muito mais influências do heavy metal tradicional e grandes pitadas de progressivo.

Um ano após a volta o álbum “Border of Reality” foi lançado. O trabalho seria muito importante para consolidar o nome do grupo em um outro estilo, mas a crítica não gostou. Shows e mais shows de divulgação foram feitos, até o lançamento de mais um álbum, “Bleed”, de 1999. As características de “Border of Reality” foram mantidas e novamente a banda caiu na estrada, mas novamente sem obter um bom resultado de vendas e nem reconhecimento por parte da crítica. Nenhuma música estava emplacando como sucesso. Na verdade nenhuma música tinha algo de especial para ser mostrado. Nada no CD era novidade.

Em 2001, “Enlighten the Darkness” foi lançado, agora com a sonoridade tendendo para o power metal mais agressivo, o que finalmente agradou aos fãs e à mídia. A repercussão do disco foi muito boa. Como Dirk Assmuth não estava conseguindo conciliar a banda e a sua vida pessoal, para a turnê de divulgação foi contratado às pressas o baterista Michael Stincken (ex-House of Spirits). No segundo semestre de 2001, por diferenças musicais, Bernd Aufferman deixou a banda, e Assmuth decidiu voltar ao seu posto na bateria. O novo guitarrista da banda ficou sendo Ritchie Wilkinson (Demons & Wizards), mudanças ocorridas pouco tempo antes da turnê da banda pela América do Norte.

Lançado em 2002, o novo trabalho do Angel Dust, “Of Human Bondage”, foi muito bem recebido por todos e logo considerado o melhor lançamento de sua carreira. Merece destaque a versão metal de “Killer”, clássico do vocalista pop Seal, no começo dos anos 90.

Membros

  • Carsten Kaiser – vocais
  • Bernd Aufermann – guitarra
  • Christian Pohlmann – baixo
  • Dirk Assmuth – bateria
  • Steven Banx – teclados

Fundadores

  • Romme Keymer – guitarra, vocais
  • Andreas Lohrum – guitarra, vocais
  • Frank Banx – baixo
  • S.L. Coe – vocais
  • Dirk Thurisch – vocais
  • Vinny Lynn – guitarra
  • Stefan K. Nauer – guitarra
  • Ritchie Wilkison – guitarra

Discografia

  • 1986 – Into The Dark Past

  • 1988 – To Dust You Will Decay

  • 1998 – Border Of Reality

  • 1999 – Bleed

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  • 2000 – Enlighten The Darkness

  • 2002 – Of Human Bondage

  • 2008 – VII (capa não encontrada. Atualizarei depois).

Sentenced

julho 6, 2009 § Deixe um comentário

Início: 1989 – Cidade de Muhos.

Término: 2005.

O Sentenced iniciou sua jornada no Death Metal; passou por uma fase, que pode ser rotulada de Death Metal Melódico; a última, do meio para o fim da carreira, foi a que rotulam de Gothic Metal.

Sentenced

Sentenced

Mas, isto depende de cada álbum, pois mesmo na fase “Gothic Metal” há álbuns que soam diferentes, com elementos diferentes, com sonoridade mais madura e coesa.

O Sentenced iniciou com o nome de Deformity em meados de 1988. Um ano depois, após mudanças na formação, decidiu-se trocar o nome também para o que conhecemos hoje: Sentenced. Três dos membros originais da banda permaneceram até o seu fim: Miika Tenkula (guitarra e, no início, vocal), Sami Lokappa (guitarra) e Vesa Ranta (bateria. O baixista, posto mais “mutante” da banda, era, na época, Lari Kylmänen. Com esse line-up, foram gravados dois registros demo: When Death Joins Us, em 1990, e Rotting Ways to Misery, em 1991. Com o primeiro, conseguiram contrato com o selo francês Thrash Records.

Ainda em 1991, Taneli Jarva foi convidado a entrar na banda, substituindo Kylmänen. Em vias de gravar aquele que seria seu debut, Shadows of the Past, o estilo do Sentenced ainda puro death metal europeu. Em 1992, uma promo com três músicas, Journey to Pohjola, começou a ser distribuída com o objetivo de assinar um contrato com um novo selo. O resultado foi uma vaga no casting da finlandesa Spinefarm Records, uma subsidiária da Nuclear Blast, e, na época, ainda iniciante.

O primeiro álbum, North from Here (lançado pouco antes do EP The Trooper), nasceu em  1993. Jarva, já nos vocais, com um estilo diferente do de Miika Tenkula. Com North From Here, o Sentenced chamou a atenção da gravadora Century Media e, em 1994, deixaram a Spinefarm com o objetivo de atingir um mercado maior sob a tutela da Century.

Foi em 1995 que selaram o sucesso para o Sentenced. Com Amok, considerado por alguns fãs e críticos o melhor da carreira da banda, foram alçados à categoria de uma banda famosa. A impressão que se tinha é que este lançamento era uma mais ou menos o que o Sentenced fazia no começo da carreira, porém de forma mais lenta e com uma estrutura mais melódica. Outros frutos deste CD foram duas turnês completas, uma com o Samael e outra com o Tiamat.

No outono (no Hemisfério Norte) deste mesmo ano, a banda lançou o MCD Love & Death, que mantinha, em termos musicais, os mesmos padrões de Amok, até pelas composições terem sido feitas no mesmo período. Logo que o Sentenced conseguiu sucesso comercial entre os fãs de death metal melódico, Taneli Jarva deixou a fanda, o que surpreendeu muita gente. Anos depois, Jarva voltou à ativa com a banda The Black League.

Ville Laihiala entrou para substituir Jarva, em 1996. Ville é ex-integrante da banda Breed, e era dono de uma voz totalmente diferente da de seu predecessor, muito mais limpa. Após três semanas a entrada deste novo vocalista, a banda viajou para a Alemanha, para o Woodhouse Studios, com o objetivo de aquele que seria seu quarto álbum full-lenght, chamado de Down. O produtor foi Waldemar Sorytcha, que também já trabalhou com conjuntos como Lacuna Coil e Moonspell. Em Down, novamente a música do Sentenced ficou ainda mais melódica com influências de rock. Pela primeira vez, a banda tinha um cantor de verdade, com técnicas vocais que permitiam um crescimento, evolução e desenvolvimento musicais. Durante este período, o baixista Sami Kukkohovi também entrou para a banda, primeiramente como membro convidado.

Em 1997, Sami Kukkohovi foi integrado de vez como membro oficial do conjunto.

O quinto álbum de estúdio do Sentenced, intitulado Frozen, de 1998, também foi produzido por Waldemar Sorytcha e gravado no Woodhouse Studios. Neste lançamento, a banda continuou no mesmo caminho de Down. Ville Laihiala e Sami Kukkohovi, já completamente integrados ao Sentenced, participaram bastante do processo de composição, o que resultou em Frozen ser, sobretudo, um álbum composto em grupo. Em 1999, a gravadora Century Media relançou Frozen com uma nova capa dourada e com nova ordem de músicas, contendo quatro covers (Creep, do Radiohead; Digging the Grave, do Faith no More; I Wanna Be Somebody, do W.A.S.P.; e House of the Rising Sun, do The Animals). Isso resultou em uma revolta dos fãs, que afirmavam que teriam que comprar novamente o álbum, por este ter saído tanto depois do primeiro lançado, e sem pré-aviso algum.

O próximo álbum do Sentenced a ser lançado, em 2000, foi Crimson. Assim que o single Killing Me, Killing You, que também virou um clipe, foi lançado, a banda mais uma vez mostrou direcionamento para uma caminho menos pesado. Dois anos mais tarde, com The Cold White Light, além de menos peso, o Sentenced também revelou uma auto-ironia nas letras e até uma pequena positividade, como se falassem que, afinal de contas, existe, sim, uma luz no fim do túnel.

Após o lançamento de The Cold White Light, a banda lançou, em 2003, junto com outros conjuntos, uma compilação com 4 músicas dedicadas ao time local de hockey no gelo, Oulun Kärpät. Esta se chama Routasydän (algo como “coração congelado” em português) e é a única música do Sentenced cantada em finlandês. A música causou um certo rebuliço, pois vários políticos acusaram a banda de usar um tom nazista na letra. O Sentenced, é claro, negou veementemente essas acusações.

No começo de 2005, o Sentenced anunciou que seu último álbum, intitulado oportunamente The Funeral Album, seria também o último. Também foi estabelecido que não haveria reuniões. A banda então fez alguns shows e tocou em alguns festivais de verão e primavera na Europa, e, em outubro de 2005, fez seu derradeiro show, em Oulu, municipalidade natal da banda. Neste, houve uma participação especial de Taneli Jarva, ex-vocalista do Sentenced, em algumas das músicas da fase antiga da banda.

Em Fevereiro de 2009, para a tristeza dos fãs, Miika Tenkula é encontrado morto em sua casa. Apesar das causas não terem sido confirmadas, já houve relatos que ele sempre teve sérios problemas com o alcoolismo, que só vieram a piorar com o fim do Sentenced, em 2005.

Integrantes

  • Ville Laihiala – Vocal (1996-2005)
  • Miika Tenkula – Guitarra (1989-2005)
  • Sami Lopakka – Guitarra (1989-2005)
  • Sami Kukkohovi – Baixo (1996-2005)
  • Vesa Ranta – Bateria (1989-2005)

Ex-integrantes:

  • Lari Kylmänen – Baixo (1989-1991)
  • Taneli Jarva – Baixo e vocal (1991-1996)
  • Niko Karppinen – Baixo (músico contratado)
  • Tarmo Kanerva – Bateria (músico contratado)

Discografia:

1 – Demos:

  • When Death Joins Us… (Demo, 1990)
  • Rotting Ways To Misery (Demo, 1991)
  • Journey To Pohjola (Promo/demo, 1992)

2 –  EPs, MCDs e Compilações:

  • The Trooper (EP, 1993)
  • Love & Death (MCD, 1995)
  • Story – Greatest Kills (Compilação, 1997)

3 – Álbuns completos:

  • Shadows Of The Past (1991)
  • North From Here (1993)
  • Amok (1995)
  • Down (álbum) (1996)
  • Frozen (álbum) (1998)
  • Crimson (álbum) (2000)
  • The Cold White Light (2002)
  • The Funeral Album (2005)

DVDs:

  • Buried Alive (Show, 2006)

Video-clipes:

  • Nepenthe
  • Noose
  • Bleed
  • The Suicider
  • Killing Me Killing You
  • No One There
  • Ever-Frost (2005)

Clipe: Nepenthe:

Faleceu Michael Jackson

junho 25, 2009 § Deixe um comentário

Conforme confirmado por vários meios de comunicação, hoje dia 25/06/2009, falece o Rei do Pop Michael Jackson.

Jackson, que estava com seus 50 anos, já havia agendado vários shows para voltar aos palcos, teve uma parada cardíaca em sua casa em Bel Air. O mesmo foi encaminhado ao Centro Médico da Universidade da Califórnia, mas conforme LA Times, quando chegou, já estava morto.

Parte de minha infância teve como ícone o Rei do Pop. Não era exatamente fã, mas elogiava.

Fica aqui, um Adeus ao Michael Jackson. Não exatamente como fã (pois o que eu gosto mesmo é Heavy Metal e variações), mas sim, como uma pessoa que elogia e aprova a influência que o mesmo teve na cultura Pop.

Agora, peço-lhes licença, pois a velhinha aqui de casa ja ta começando a ter um ataque…. 😦

Max Kolesne destruindo uma bateria \o/ \o/ \n/

junho 23, 2009 § Deixe um comentário

Isto que eu chamo de um baterista com estilo. O cara simplesmente detona na bateria. Isso que é música. Não gostou? Prefere seu axé, pagóde, Sertanejo? Funk??? Bleh!!! Azar o seu.

Max Kolesne, do Krisiun, destruindo a bateria. Video retirado do DVD oficial da Banda.

Krisiun rulezzzz!!!!

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